A origem do Perigo Amarelo: Orientalismo, colonialismo e a hegemonia euro-americana

yellow peril

(O texto original foi submetido como trabalho final do curso semestral de História da Unesp-Araraquara.)

Introdução

Este trabalho procura explorar a origem do mito do Perigo Amarelo e suas funções no imaginário ocidental durante os séculos XIX e XX, traçando um panorama geral de acontecimentos que levaram à criação de paranoia que culminou em políticas deliberadamente excludentes e, em algumas ocasiões, numa forma de racismo letal. Desde a suposta origem do termo até o final do século XX, aqui estão expostos alguns exemplos de violência, tanto popular quanto institucionalizada, causados pela lógica do inimigo comum.

O tema abordado, aliado ao conceito de Orientalismo desenvolvido por Edward Said, ainda é lamentavelmente atual, dado o contexto contemporâneo da Guerra ao Terror, somado à islamofobia e à xenofobia explicitamente presentes nos debates sobre o acolhimento de refugiados, questões de imigração e direitos humanos no Ocidente.

A China como o primeiro Perigo Amarelo

Há séculos o Ocidente estuda, investiga e explora o Oriente. A própria identidade ocidental – de cultura, tradições e costumes – pode ser delimitada apenas quando posta em contraste com o imaginário oriental (SAID, 1990, p. 12-13).

O medo e o fascínio pelo Outro são tão antigos quanto o Império Persa, mas a ameaça da dominação do mundo moderno pelo “Extremo Oriente” ganhou o nome de Perigo Amarelo (die gelbe Gefahr em alemão, ou Terror Amarelo ou, também, Espectro Amarelo) entre o final do século XIX e o começo do século XX. Embora nas primeiras décadas de 1800 já houvessem obras escritas que se referiam à invasão mongol da Europa no século XIII como “o maior Perigo Amarelo na Idade Média” (CHEN, 2012, p. 6-7), a origem do termo em sua conotação atual é traçada ao Imperador Guilherme II da Alemanha (WING-FAI, 2014), que, numa carta de 1895 endereçada ao czar Nicolau II da Rússia, responsabiliza o czar de “cultivar o continente asiático e defender a Europa das incursões da Grande Raça Amarela” (PALMER, 2009, p. 31).

Guilherme II, assim como outros líderes e seus conselheiros de nações ocidentais, instrumentaliza o medo do Perigo Amarelo – isto é, a tomada do controle hegemônico por nações asiáticas, vistas como inassimiláveis e retrógradas em relação ao Ocidente, e a consequente subversão de ideais tradicionais, como o liberalismo individualista, o cristianismo, etc., que fundamentam a vida ocidental –, criando uma ameaça no imaginário da população e transformando-a num slogan que justifica suas políticas imperialistas no Leste Asiático, especialmente na China (CHEN, 2012, p. 5-6).

Essa narrativa é tecida, em primeira instância, no potencial ‘despertar econômico’ chinês. Com sua densidade demográfica crescendo rapidamente (já representando ¼ da população mundial na época), seu vasto território e recursos naturais (IRELAND, 1900, p. 391), o Ocidente teme a industrialização da China e seu possível avanço econômico.

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Releitura estadunidense de Gulliver, o viajante fictício, como uma metáfora para a economia estadunidense, refém mão de obra barata chinesa.

Ao final do século XIX, o sentimento xenofóbico e racista contra asiáticos, particularmente chineses, está consolidado o suficiente para que a narrativa da ‘invasão asiática’ prospere no Ocidente. Filósofos, cientistas políticos e intelectuais como Mikhail Bakunin e Arthur de Gobineau legitimam tal ideia em conferências internacionais e círculos acadêmicos (LYMAN, 2000, p. 688-689) e, além de legitimar guerras e ocupações em países asiáticos, a paranoia generalizada culmina em eventos como o massacre chinês de 1871, no qual cerca de 500 homens brancos foram até Chinatown em Los Angeles e sistematicamente torturaram e assassinaram vinte imigrantes chineses, e o Ato de Exclusão a Chineses de 1882 nos Estados Unidos, que impunha graves restrições e dificuldades à imigração e naturalização (TCHEN, 2010, p. 263-283).

Ademais, o imperador alemão, numa entrevista para a Revista do Século em 1908, revela sua fé na superioridade da raça branca:

O futuro pertence à raça branca, nada temam. Ele pertence ao anglo-teutônico, o homem que veio do norte da Europa, de onde você, a quem os Estados Unidos pertencem, veio – o lar dos alemães. [O futuro] não pertence aos amarelos ou aos negros ou aos de cor oliva.

A fala de Guilherme II é uma referência primeiramente ao fim da primeira Guerra Sino-Japonesa (1894—1895), na qual o Japão tirou a China de seu lugar milenar como principal potência na Ásia, causando uma mudança no equilíbrio de poderes do mundo. Vale pontuar, no entanto, que a modernização do poder bélico nipônico – que começou em 1868, com a Restauração Meiji – não foi o único fator que contribuiu para a derrota chinesa; o Império Celestial já estava enfraquecido antes da campanha expansionista do Japão, pois, logo após a Primeira Guerra do Ópio (1839—1842), britânicos e franceses se aliaram em investidas militares contra a China de 1856 a 1885 (CHEN, 2012, p. 40-41).

Todavia, a intenção maior por trás do discurso de Guilherme II é a união da “raça branca”. O interesse colonialista dos poderes europeus por trás do mito do Perigo Amarelo fica mais claro após o fim da Guerra Russo-Japonesa em 1905. A histeria é necessária para justificar as invasões no leste asiático, que visam satisfazer as buscas imperialistas da Europa, ao mesmo tempo que produz a ilusão de um inimigo comum: a derrota militar de uma nação ocidental por uma “amarela” unifica os que dominam o Ocidente para garantir sua hegemonia através da supremacia branca (KAWAI, 2005, p. 112).

Em meio a esse processo na política internacional, a doutrina da supremacia branca ganha força e a Eugenia surge como ciência (TAKEUCHI, 2008, p. 44-45). Dada a conjuntura do darwinismo social, antropologia física e outras vertentes racistas de pensamento, mascaradas de cientificismo, eruditos expõem também o aspecto geograficamente determinista da ameaça do povo chinês: este é um ávido trabalhador, cuja mão de obra é barata e a resistência às intempéries climáticas é inigualável, ao contrário do homem branco, que, para preservar suas características raciais, não deve habitar os Trópicos (IRELAND, 1900, p. 392-396).

Porém, o problema vai além de um ‘despertar econômico’ da China, o qual implicaria na exclusão da raça branca da participação nas vantagens de uma possível melhoria na economia “dos povos tropicais e subtropicais”, devido à eficiente mão de obra chinesa (IRELAND, 1900, p. 393). Outra preocupação que acadêmicos e políticos expressam é acerca da mistura do fenótipo asiático, principalmente em países que possuem uma população negra substancial em decorrência da escravidão (MAHONEY, 2015, p. 125). Nações como o Brasil e os Estados Unidos precisam de força laboral que substitua a mão de obra escrava, mas há um intenso debate no emprego de corpos asiáticos devido à empreitada racista em busca da pureza de raça. Daí surge a dialética da minoria modelo versus o Perigo Amarelo, onde imigrantes asiáticos são formidáveis trabalhadores, mas, ao mesmo tempo, são espiões e, portanto, uma ameaça para a segurança do Ocidente (KAWAI, 2005, p. 115).

Fecha-se o século XIX com a China lentamente saindo do ponto focal do Perigo Amarelo. A emergência do Japão como potência militar na Ásia, que o torna um entrave para os planos de hegemonia dos EUA e da Inglaterra no Pacífico, é quase simultânea com a entrada em massa de imigrantes japoneses no Ocidente (LYMAN, 2000, p. 698). Começa-se a fabricar uma nova ameaça.

Japão: o novo Perigo Amarelo

A imigração japonesa para o Ocidente torna-se significativa na virada do século XX. Nos Estados Unidos, a imagem prevalente do imigrante japonês é de um “povo agressivo”, cuja apresentação dócil não passa de uma “fraude premeditada”, e que “tramam planos nefastos por trás de uma máscara impenetrável” (LYMAN, 2000, p. 699). Até mesmo no Brasil, país que não compete com o Japão pelo controle do Pacífico, acredita-se que os imigrantes estão construindo o “Grande Império do Sol Poente” com o objetivo de fortalecer a “Nova Ordem na Ásia” e expandir seu império para o Ocidente (TAKEUCHI, 2008, p. 19).

Na esfera legislativa, os debates não diferem muito do medo popular. Francisco José de Oliveira Vianna, um dos grandes racialistas do século XX, classifica o japonês em duas categorias: chosu e satsuma. O primeiro tem características brancas, as quais sugerem que este é um parente da raça ariana e o responsável pela civilização japonesa; o satsuma, no entanto, é claramente ‘mongolóide’, indesejável, encontrado nas camadas sociais inferiores e rurais da sociedade japonesa (TAKEUCHI, 2008, p. 109-110). Oliveira Vianna argumenta que é o satsuma que está vindo para o Brasil, o que é claramente prejudicial para a formação racial do país.

Durante as primeiras décadas do século XX, o grande argumento anti-nipônico baseia-se na “insolubilidade” do japonês, comparando-o ao enxofre (SUZUKI Jr, 2008); é inassimilável e homogêneo, sempre optando por casamentos e alianças intrarraciais, formando ‘quistos étnicos’ no coração da nação que optasse por abrigá-lo (TAKEUCHI, 2008, p. 125). O cientificismo eugênico reforça a paranoia racista e permite que o governo seja cada vez mais autoritário: nos Estados Unidos, foi implementada a Lei da Imigração de 1924, também conhecida como Ato de Exclusão de Asiáticos, o que incentivou outros países como Canadá, Brasil e Peru a adotarem políticas imigratórias semelhantes entre 1920 e 1930 (LEE, 2007, p. 556).

Porém, com a eclosão da Segunda Guerra Mundial (1939—1945), o Japão se alia às Potências do Eixo e concretiza-se como o novo Perigo Amarelo, uma ameaça militarizada direta às nações do Ocidente. Esse evento leva à construção da imagem do “súdito do Eixo”, denominação designada a imigrantes alemães, japoneses e italianos e seus descendentes (PERAZZO, 2009, p. 28). O japonês “súdito do Eixo” é caracterizado como perverso, extremamente inteligente, astuto e eficiente; isto é, uma reciclagem do personagem fictício Doutor Fu Manchu, supervilão criado pelo escritor Arthur Sarsfield Ward, mais conhecido como Sax Rohmer. Fu Manchu antes representava a sinofobia numa síntese de todas as ansiedades a respeito dos chineses, mas, no cenário da Segunda Guerra Mundial, são os japoneses que assumem esse papel.

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Japoneses, continuem andando. Este é um bairro de homem branco.

Instala-se uma política explicitamente anti-nipônica depois do ataque a Pearl Harbor, em dezembro de 1941. Nos Estados Unidos, o então presidente Franklin Roosevelt ordenou que entre 110.000 e 120.000 nipo-americanos fossem realocados para o interior do país e postos em campos de concentração (LYMAN, 2000, p. 708); da mesma forma, no Canadá, nipo-canadenses foram exilados para o interior da província da Colômbia Britânica; no Peru, 1.800 nipo-peruanos foram forçados a evacuar o país em navios militares americanos e levados para os Estados Unidos (LEE, 2007, p. 556); no Brasil, cerca de 6.500 nipo-brasileiros foram expulsos da região portuária de Santos — SP (ANDO FILHO, 2016), além de terem seus bens congelados para serem usados como indenização, caso as nações do Eixo causassem prejuízo ao Estado brasileiro em ataques (PERAZZO, 2009, p. 26).

Durante os anos da guerra, a imagem do imigrante japonês muda radicalmente em cada país que se localiza; deixa de ser o fazendeiro pacato para vestir-se de espião sanguinário, traiçoeiro, fiel apenas a seu Imperador. No decorrer do conflito, implementam-se várias restrições à cultura japonesa, incluindo a proibição da língua, o fechamento de escolas e o veto à circulação de jornais japoneses.

O Perigo Vermelho: China e Coreia do Norte

Logo depois da rendição do Japão em 1945, surge um novo terror. Em 1949, acontece a Revolução Comunista Chinesa com a ajuda da União Soviética e Mao Tse-tung proclama a República Popular da China. A tensão política da Guerra Fria (1947—1991) e o medo do comunismo fazem não apenas com que a China volte ao centro das atenções como o Perigo Amarelo, mas também com que a URSS seja vista como um império não-europeu, às vezes até mesmo oriental (LYMAN, 2000, p. 711). Em outras palavras, a Rússia, cuja derrota pelo Japão em 1905 clamava a urgência de uma aliança da raça branca contra o Perigo Amarelo, perdeu sua branquitude quando antagônica à hegemonia do Ocidente.

Além da retomada da narrativa da possível dominação econômica, agora a China coloca em risco a democracia ocidental, posando como o “Perigo Vermelho” (TCHEN, 2010, p. 271). O clima de alarme se agrava com a Guerra da Coreia (1950—1953); os Estados Unidos até mesmo propagam o slogan da “ameaça da China aos seus países vizinhos” (CHEN, 2012, p. 18-19), referindo-se à formação da nova Coreia do Norte comunista.

O familiar sentimento sinofóbico volta à tona e é vigente até a década de 1980, quando a expansão do Japão como potência econômica industrializada ameaça a distribuição de poderes.

O Perigo Amarelo industrializado

Após a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos auxiliaram na formulação da nova Constituição do Japão, decretada em 1947. Para que o país não se aliasse à URSS, os americanos contribuíram para reviver a indústria japonesa (HEALE, 2009, p. 22).

No entanto, ao final da década de 1970, a economia japonesa está florescendo com êxito e o Japão passa a competir com produtos americanos no mercado ocidental. Seu sucesso prejudica principalmente as indústrias de automóveis e eletrônicos dos Estados Unidos, cuja economia está crítica por conta dos gastos da Guerra do Vietnã (1955—1975), da participação na Guerra da Coreia e investimentos na Coreia do Sul. Cerca de 44% dos cidadãos americanos culpavam o avanço dos produtos japoneses pela crise nos em seu país (SHIM, 1998, p. 397).

Produtos oriundos do Japão são comumente tachados de baratos, sem qualidade e cópias malfeitas das produções do eixo euro-americano até meados de 1990, quando a nação se consolida como potência econômica internacional, brandamente aliada aos Estados Unidos e à lógica capitalista ocidental. A imagem do japonês – imigrante, descendente ou nacional – passa por mais uma transformação, assumindo, então, o papel de minoria modelo (KAWAI, 2005, p. 115). Embora ainda exista um sentimento anti-nipônico residual, a popularização exponencial da cultura japonesa na década de 1990 permite que o Ocidente abrace o Japão como o representante do capitalismo ocidental no Leste Asiático.

Conclusão

O mito do Perigo Amarelo é um instrumento político, cujas origens remontam a uma tradição de obras e crenças similar – porém não sinônima – à ideologia orientalista que Edward Said descreve em seu livro Orientalismo (1978).  O Perigo Amarelo é extremamente mutável e depende inteiramente da conjuntura política, visando sempre favorecer o Ocidente ao atribuir papéis de inimigo comum, muitas vezes racializados, ao Japão e à China, mais recentemente também à Coreia do Norte.

Bryan S. Turner coloca da seguinte forma:

[O] Orientalismo é um discurso que representa o exótico, erótico, estranho Oriente como um fenômeno compreensível e inteligível dentro de uma rede de categorias, tabelas e conceitos através dos quais o Oriente é simultaneamente definido e controlado. Saber é subjugar. (TURNER, 1994, p. 21)

Tendo essa definição, a aplicabilidade do Perigo Amarelo fica clara; é um recurso na manipulação das relações de poder e aliança que visa manter a hegemonia euro-americana, conduzindo o medo coletivo numa lógica de terror. De acordo com John Kuo Wei Tchen, o Perigo Amarelo segue um “padrão coerente que sustenta [a narrativa] de urgência absoluta de ‘acordar’ cidadãos da civilização ocidental” e promove uma forma de civilizacionismo anglo-americana extremamente poderosa (TCHEN, 2010, p. 271).

A maleabilidade desse medo está intrinsecamente ligada à mutabilidade do cenário político e econômico internacional e à vulnerabilidade dos poderes hegemônicos a mudanças no status quo. O Perigo Amarelo é um dos mecanismos que Estados utilizam para recorrer ao pânico generalizado que abre portas para as políticas imperialistas. Essa lógica é a mesma empregada pela islamofobia do século XXI; o Islã é o grande inimigo, a maior ameaça à civilização ocidental do momento. Para que essa história de paranoia não continue se repetindo, fortalecendo a dominação daqueles que estão no comando da ordem mundial há séculos às custas de grupos étnico-religiosos e étnico-raciais, é preciso refletir sobre os artifícios que tanto acentuam a diferença e a condição de inimigo do Outro.

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