Da flor que (não) se cheire: Reflexões sobre ser amarela

Texto por Nassim Golshan

Sobre a autora: Brasileira, com pai iraniano e mãe brasileira nissei. Psicóloga, ama trocar ideias, organizar no papel pensamentos – seja em forma de poesia, textão ou até origami e buscar o lado da história que não contam.

Da flor que (não) se cheire

Reflexões sobre ser amarela 

Não tão discutida em diversos círculos, a resistência asiática se faz necessária ao se pensar em uma sociedade inclusiva. Este texto se propõe a pincelar a intersecção¹ da resistência mencionada com outras lutas de minorias. Corpos, culturas e histórias antagonizam tensões de uma sociedade estruturada em opressões das mais diversas. Compreender a raiz singular mas de lugar também minoritário de outras lutas pode ser meio de fortalecimento coletivo e tomada de consciência sobre determinantes históricos que recaem em relações cotidianas. Não temos pretensão de discorrer longamente sobre certos conceitos, mas tomá-los como ponto de partida para encadeamento das reflexões. Continuar lendo

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